Hora da Poesia
À mesa com o Prémio Nobel da Literatura 2011, o poeta sueco, Tomas Tranströmer.
Kyrie
A minha vida às vezes abria os olhos no escuro.
Uma sensação de multidões arrastando-se por ruas,
cegas e sem descanço, no caminho para um milagre,
enquanto eu fico aqui, invisível.
Como uma criança que adormece aterrorizada
à escuta dos passos pesados do coração,
até que a manhã ponha o seu raio de luz nos fechos
e as portas da escuridão se abram.
(Tomas Tranströmer, trad. de Vasco Graça Moura, In 21 Poetas Suecos, Editora Vega)
Via E.I
KyrieA minha vida às vezes abria os olhos no escuro.
Uma sensação de multidões arrastando-se por ruas,
cegas e sem descanço, no caminho para um milagre,
enquanto eu fico aqui, invisível.
Como uma criança que adormece aterrorizada
à escuta dos passos pesados do coração,
até que a manhã ponha o seu raio de luz nos fechos
e as portas da escuridão se abram.
(Tomas Tranströmer, trad. de Vasco Graça Moura, In 21 Poetas Suecos, Editora Vega)
Via E.I
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